Maze Runner: Correr ou Morrer | Crítica do Filme

Maze Runner: Correr ou Morrer | Crítica do Filme

 
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Thomas acorda preso em um enorme labirinto com um grupo de outros garotos e sem memória do mundo exterior a não ser por estranhos sonhos sobre uma misteriosa organização conhecida como C.R.U.E.L. Apenas ao explorar os fragmentos de seu passado com pistas que ele descobre no labirinto, Thomas poderá descobrir seu verdadeiro propósito e uma maneira de escapar.

 

 

 

Estréia: 18 de setembro de 2014

 

 

 
Descreditado de ver um bom filme, Maze Runner: Correr ou Morrer foi um longa, que em sua divulgação, pra mim, passou despercebido. Nem o trailer sequer tinha visto. Com o excesso de filmes focados para o público adolescente, a qualidade dos mesmos fica comprometida, e isso, para quem gosta de acompanhar semanalmente os lançamentos de filmes, acaba se tornando quase um martírio. Entretanto é com muita alegria que Maze Runner não faz parte dos filmes de baixa qualidade de roteiro e produção. Na verdade, Maze Runner é uma das mais agradáveis surpresas cinematográficas do ano.

 

Com um toque de filme sobre amizade dos anos 80 e um grande mistério a ser resolvido à la Lost, o filme nos leva para dentro de um labirinto junto com seus personagens, e consegue manter o rítmo da primeira cena à última. Baseado na trilogia literária de James Dashner, Maze Runner nos apresenta Thomaz, um rapaz que teve sua memória apagada, chega a um lugar chamado “A Clareira”, onde conhece uma comunidade criada apenas por garotos.

 

Descobre que esse lugar recebe um novo membro a cada mês, que acompanha os mantimentos enviados. A Clareira é incomunicável, pois a saída é rodeada por um labirinto que mudam suas paredes todos os dias. Aos poucos Thomaz vai descobrindo o mistério envolto por trás de sua verdadeira identidade e desse lugar misterioso. Assisti ao filme sem os incômodos dos óculos 3D. Ele foi milagrosamente lançado apenas em 2D.

 

Entretanto me trouxe uma reflexão muito grande sobre o formato. Apesar do filme não ter toda tecnologia empregada nos longas de ação, a imersão que suas cenas causam, deixarão o público aflito em diversos momentos. Os elementos colocados dentro do labirinto geram um climax de terror para somar à fotografia sombria do longa.

 

Maze Runner: Correr ou Morrer é sem dúvida alguma a franquia inspirada em best-sellers com maior potencial lançada nos últimos tempos, e torço que seu sucesso gere adaptações dos outros dois livros. Com o final que todos gostariam de ter visto em Lost, Maze Runner ainda tem muita história ainda para ser contata.