Poltergeist – O Fenômeno | Crítica do Filme

 
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O lendário cineasta Sam Raimi e o diretor Gil Kenan contemporizam oclássico sobre a família que vive em uma casa assombrada por forças malignas. Quando as terríveis aparições se tornam mais frequentes e a filha mais nova é capturada, a família deve se unir para resgatá-la antes que ela desapareça para sempre.

 

 

 

Estréia: 21 de maio de 2015

 

 

 

Se alguém me pedir pra nomear um grande clássico do terror, definitivamente, a primeira opção que vai surgir na minha cabeça seria “O Exorcista”, mas se me pedissem pra nomear outro eu responderia “Poltergeist”. A versão original (1982) não se destaca apenas pela obra em si, mas também por todas as lendas que foram criadas ao seu entorno, dentre elas, a mais famosa, as misteriosas mortes de atores e membros da equipe de filmagem. Muitos suspeitam que o próprio estúdio espalhou o rumor por fins publicitários, se for o caso, deu muito certo.

 

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Naturalmente, na onda atual de remakes, Poltergeist não poderia ficar de fora, é muito grande pra deixar escondido no passado e eu sou a favor de renovação, as vezes não dá certo, mas vale tentar.

 

O elenco de “Poltergeist – O Fenômeno” não possuí ninguém muito grandioso, você poderá reconhecer Sam Rockwell por seus papéis secundários em “Homem de Ferro 2” e “Guia do Mochileiro das Galáxias”, Jared Harris também é gabaritado especialmente se você o confundir com Brendan Gleeson. Mas sabemos que elenco não é tudo, vide “Batman Eternamente” e qualquer grande carreira tem que começar em algum lugar, o jovem Kyle Catlett é o meu destaque no filme, ele interpreta Griffin, o filho do meio da família protagonista, e proporciona cenas memoráveis.

 

O roteiro do filme não se desvencilha muito do original, os pontos principais estão todos lá, a família de três filhos, os especialistas em fantasmas, os palhaços macabros o portal no armário e na TV, entre outros. O ritmo é bem acelerado, sem muita enrolação pra chegar nas partes assustadoras, alguns gostam e outros podem achar que não há aquela preparação provocativa para ação. Tirando a imagem de qualidade o clima do filme é bem similar ao original, a iluminação azulada da estática da TV, as explosões de luz branca, o ambiente suburbano estão todos presentes.

 

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As cenas de susto são um tanto previsíveis, mas não diminui a força do filme, afinal, não é enfocado no suspense, se você gosta de sustos sugiro que não assista o trailer, todos os maiores estão lá.

 

O remake não vai me deixar sem dormir como o original quando era criança, até porque já sou um consumidor experiente do gênero, mas é uma homenagem válida, se você for fã desse ícone do cinema vale conferir, só espero que não resolvam refazer as sequências (Poltergeist II: O Outro Lado e Poltergeist III: O Capítulo Final), melhor deixar esses no passado.



 

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