Última Viagem a Vegas | Crítica do Filme

Pouco tempo atrás ouvi falar que iriam fazer um filme de despedida de solteiro com 4 amigos em Las Vegas. Logo pensei que seria um terrível plágio a Se Beber Não Case, comédia que ganhou mais duas sequências devido ao grande sucesso. Contudo, o que diferenciaria esse novo filme de bromance, seria que seus protagonistas seriam Michael Douglas, Robert De Niro, Morgan Freeman e Kevin Kline. Por um momento parece ser piada pronta, já que esses já beiram seus 70 anos.

Certamente pela qualidade do elenco e duas idades, o filme já se tornou muito mais interessante, independente de ser um plágio ou não. Hoje, após assistir ao longa, percebo que a proposta não foi nem homenagear quão menos plagiar, mas sim deixar o filme muito mais próximo de filmes de amizades infantis dos anos 80 do que propriamente uma comédia de bebedeira.

No longa temos Billy (Michael Douglas), Paddy (Robert De Niro), Archie (Morgan Freeman) e Sam (Kevin Kline), amigos desde a infância que se reúnem para celebrar o casamento de um deles e viver pela última vez uma despedida de solteiro dentro do grupo. Entre idas e vindas na história, pedras deixadas no passado voltam à tona e muda o o objetivo da comemoração.

Última Viagem a Vegas é um filme leve e fluido, que lhe proporcionará horas de bom divertimento. Completamente descompromissado, ele parece deixar os atores livres em cena, deixando eles exporem o que realmente são. É uma ótima pedida para uma tarde entediosa de sábado à tarde na qual o único objetivo do espectador é se divertir.

nota: 3

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